Adium avança no segmento de alta complexidade com lançamento de novo medicamento para câncer de bexiga

Padcev reforça o portfólio da companhia em oncologia. Meta da empresa, que representa as vacinas da Moderna para Covid no país, é dobrar o faturamento em alta complexidade em 3 anos.

Depois de firmar acordo com a norte-americana Moderna para a distribuição de vacinas da companhia contra Covid no mercado Brasileiro, a farmacêutica Adium, braço brasileiro do grupo Adium, dá início a projeto de expansão no segmento de medicamentos de alta complexidade no Brasil.

Na próxima semana, a empresa lança comercialmente no país o medicamento Padcev, o primeiro lançamento em uma década, e única alternativa de mercado para terceira linha de tratamento de câncer de bexiga, que aumenta a expectativa de pacientes em até 12 meses, com melhora da qualidade de vida.

O produto já recebeu autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e precificação de Cmed (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) e inicialmente será comercializado no mercado privado para atender pacientes da saúde suplementar. A nova droga é injetável e tem incorporação imediata no rol de procedimentos da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

A Adium já opera nos mercados de oncologia e hematologia, segmentos nos quais tem faturamento da ordem de R$ 200 milhões ao ano. Com o lançamento do Padcev, a empresa planeja dobrar de tamanho a operação para medicamentos de alta complexidade para câncer no período de 3 anos.

“Estamos iniciando um novo ciclo com o Padcev”, explica Alexandre Seraphim, diretor geral da operação da Adium. “Em breve teremos estudos finais para aplicação do produto em outras aplicações para tratamento de câncer, o que abre muitas possibilidades para a nova droga”.

Antes do Padcev, a Adium já havia lançado no país o  Brukinsa, medicamento oral indicado para o tratamento de pacientes com linfoma de células do manto (LCM) que receberam pelo menos uma terapia prévia. Além dele, a companhia tem no portfólio o Eligard, usado para o tratamento do câncer de próstata avançado, que acaba de receber autorização da Anvisa para a indicação do tratamento de puberdade precoce.

Para preparar o crescimento no segmento de alta complexidade, a Adium contratou recentemente 80 profissionais para as áreas de visitação, acesso e área médica. “Criamos toda uma estrutura para este novo momento da companhia”, diz Seraphim.

A Adium teve vendas da ordem de R$ 600 milhões em 2021 e opera um portfólio de 36 medicamentos no Brasil. A companhia tem uma fábrica de medicamentos sólidos em Pindamonhangaba com capacidade de produzir mais de 27 milhões de unidades ano. No portfólio a companhia tem campeões de vendas como o Pyridium, indicado para infecções urinárias, e o Tecnomet, indicado para o tratamento da artrite reumatoide e da psoríase grave que não responde a outros tratamentos.

A empresa pertence ao grupo Adium, que é o maior grupo farmacêutico de capital latino-americano em atividade. O grupo tem operações em 17 países da América Latina (Argentina, Bolívia, Brasil, Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, Chile, Colômbia, Equador, México Paraguai, Peru, Uruguai) e é líder de vendas no México. Segundo dados do IQVIA, o faturamento do grupo Adium em 2021 foi de US$1.1 bilhão, sendo a sexta maior farmacêutica na AL.

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